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quinta-feira

Amém!




Queria pra si, pois há muito... é de nada, que se completa;
Poderia ser, poderia até mesmo ter...contudo, parece preferir se vestir de tudo o que não presta!
Agora que tem, se apega, se apaga...se esvanece feito fumaça;
Era nada além de veneno que destilava, era nada além da face do mal que se ocultava, por detrás dos olhares de piedade de uma desvairada;
Que pede por algum apreço...que pena, minha cara, mas no seu mundo feito de peças que não se encaixam...
Tudo que tem valor, se perde em detrimento daquilo que tem preço!
Queria verdade, não vaidade...
Queria laços, mas uma vez mais vejo que nós são ilusão que se desfazem facilmente, quando se faz alianças com o diabo;
Um olhar de esperança enxerga plenitude, onde somente havia metade...
Uma visão de desgosto, uma lágrima que não cai, seca antes de cair... farta, desse déjà vu de insanidade!
A pista é para quem está disposto, o brilho do sol é para quem não reclama de seu calor e não sente vergonha do próprio rosto...
A vida, é curta e passageira para se experimentar...
Logo, antes de discordar, discorrer, afirmar com propriedade dos tolos...
Que somente desejaram, mas jamais sentiram seu gosto;
É preciso mais, é preciso que haja em si aquilo que se propaga por aí e se chame por paz...
É preciso que haja vontade, verdade, legitimidade que precede até o pensamento, a perfidia, a intimidade sempre tão fugaz;
Sua marca indelével em tudo aquilo que, sem querer, cativa ou fere somente para tentar deixar ferida naquele remanescente incolume, com um olhar frio de tanto faz!
O sábio e o boçal, por demais cansados, reconhecem seus truques e apelos baratos...
Sequer para testemunhar seu espetáculo de horrores, não regressam nunca mais.