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terça-feira

Pretérito preterido.



Não se sente o peso em razão da sublime forma de existir...
Sente-se pena, apesar de todo esquecimento apenas se lembrar de persistir!
Em persuadir, perseguir os anseios da vaidade, em desejos de fazer verdade sua sutil forma renovada de mentir...
Subsistir, não pesa...apesar de uma cara insatisfeita, de uma frase feita somente para distrair;
A distância de dois ou mais, o deixar para depois aquilo que sequer faz sentido em querer ser, para que possa existir!
Arrisca um olhar, um risco de paranóia, proximidades distantes, paradoxos entre nós...
De um teto e paredes frias de concreto se constitui um lar, toda desconfiança se disfarça na face e na voz!
Perigo atroz, por detrás dos laços, resistem os nós...
Juntos, mas ainda a sós... não pesa a vida que não se sacia da seiva, mas é flor nascida entre tolos em conflitos...
Feras e vitimas eternas do destino, sempre aflitos, uma nuvem negra de dúvida sempre paira sobre nós;
O mundo gira, vida pede passagem, aquela que não perde tempo em sua viagem, sintonizada sempre em outra estação...
Sente-se nada agora, mas tão somente a brisa que anuncia a nova era à espera lá fora e faz abrandar o coração;
Sente-se e sinta-se à vontade para sentir, se é que algo sente desde outrora...
Nosso tempo passou, nosso dia nunca amanheceu, pois dá escuridão que escolhemos...
Nenhum culpado, ou necessitado de anistia, nenhum rancor ou simpatia sequer, restou!



Um comentário:

  1. Deixe de atrapalhar com sua suspeita infundada, com sua projeção de vida frustrada à uma outra vida que ainda acredita ser possível, sonhar acordada.

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