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sábado

Um "baile nas máscaras".

Várias variações da mesma face...discurso parecidos, um outro disfarce;
Fases da lua não assustam àquele que sobre ela vive a caminhar...diversão veste máscaras e codinome, alguém mais veste uma face, nome e sobrenome, se assume bipolar;
Originalidade da terceira pessoa posta à prova...por personalidades, seres ilustres que muito talvez, tenham a si mesmo para provar;
Diversidades das nuances...grandes diferenças contidas na intransigência, exigências dos senhores alinhados e arrogantes, que somente o cego por opção se recusam a enxergar;
"Seja lá o que for, seja bom naquilo que faça"...ainda que aquilo que faça seja sugar seiva, seja sangue novo para tua volúpia de quem tece teias com sutileza...
Paciência de um psicopata, que jamais há de se esgotar;
O momento certo...faces para confundir, máscaras e novos nomes para acreditar...
Tudo em um mesmo contexto, tudo ocorrendo em supostas distâncias que jamais se fazem com que algo se mova do mesmo lugar;
Distante de teus olhos...alvo estático para tuas novas promessas, a isca perfeita para tua alça de mira sedenta por uma cabeça para iludir e alvejar;
À alguns...de fato, toda paranóia imposta por senhores crentes ou hereges, clãs devoradores de sonhos ou sanidade mental, fere de forma mortal e lentamente...
Sem pretensão, sutil como uma picada mortal inadvertida, como coisa premeditada para ser, há de matar;
Surpresas...no entanto, imprevistas, ocorrem quando seja coisa humana aquilo que supostamente subjugado esteja, por ser servido como prato nobre amordaçado em vossas mesas;
Surpresa...quando a altivez, as certezas de vossa suposta perspicácia falha...
Quando paciência e resiliência, se superam na presença ou ausência proposital de palavras e nada resta, além da mudez em vossas falas;
Várias variações da mesma face, agora infeliz...ria de tua própria desídia, descrença daquilo que era de fato coisa preciosa e verdadeira o bastante para incomodar...
E persistia em brilhar, bem abaixo de teu nariz...
A fala de quem deixa por dizer, a fala que nada diz de quem insista em presumir e decidir destinos...o mérito, de quem algo deve merecer...
Cai naturalmente diante da originalidade, seja boa ou seja ruim a novidade em forma de verdade...que não pede sua permissão para além do alcance de tua visão, acontecer.




Um comentário:

  1. Queriam uma valsa? Diga qual o tom de teu agrado...senhora pérfida, senhor engravatado.
    São humanos...se não me engano. Que bom, que para um dia anoitecer, um sol nascer distantes de vossos olhos de julgamento desnecessários, nada precisa estar de acordo com vosso agrado.
    Derramem um pouco mais de sangue inocente...esperem pela meia-noite, pois pelo próprio inocente que convidam a dançar, serão desmascarados.

    Por: Fernando Ordani.

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