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segunda-feira

Em algum lugar, um dia.




A terceira na voz das primeiras, deixe pra lá todas as tentativas...
A oitiva é de mais valia, valores que não se contém nos bolsos...transformam todo esforço em coisas paliativas;
De nada adianta, quando era tua a presença que ao lado permanecia...diante dos fatos deturpados que tragam do além, a aparição que traga tempestades, sempre tão intempestiva;
De que valem as palavras, se não possuem valor suficiente...de que valem os atos dos abnegados, se prevalece a fala dócil da tirania que traga baixos valores, a velha discórdia de sempre? 
Seu partido, há tempos não possui nenhuma influência...distante da credibilidade de quem possa se apossar, tua fala sempre não passa por falácia, teste para a tua paciência;
Tua bandeira branca não hasteia, em terra infértil afeita pelo espinho de rosas vermelhas...
Teu discurso é sempre bom motivo...boa faísca prenúncio para incêndios desproporcionais, para toda pirotecnia por coisas que não compreendem os imorais irracionais, basta uma centelha;
Desnecessária toda lógica, quando presença certa do distante...traga sempre a palavra que todos desejam, carregada com alguma certeza...
Que o amanhã será de fartura, que presença a suportar seja sempre a sua...que tua nobreza de outrora, não passara de fato, de sinônimo de fraqueza;
Franqueza por demasia, em papéis que se dobram somente para confundir aos olhares dos incautos...
Se encantam somente com certeza de sustentação que seja frieza de asfalto, com aquilo que toda escassez anseia, volúpia voraz de uma alma miserável, se sacia!
Um dia desses, união pelo acaso e faces distintas que se pareciam...
Tempo sábio, senhor da razão que separa a verdade da mentira...vidas completas, daquilo que se completa com vidas arrebatadas por sua perfídia;
Rasgue os papéis que se constituem de utopia, de nossa constituição que sobre igualdade e liberdade que sobre os efeitos colaterais, nada dizia...
Segue adiante, pois se não adiante...olhe para trás somente com a certeza que deixa a poeira, sobre desaparecer do alcance limitado de sua visão, seja grato pela libertação...
De tudo aquilo, que não mais lhe pertencia!
Em algum lugar, diferente desta hipótese e sofisma que se chame por lar...há de existir um abraço de sinceridade, um amor que seja de verdade...
Incondicionalidade incorruptível, que ainda se importa com o respeito em reciprocidade, lugar onde não tenha vez, a voz da hipocrisia...
Pois, neste lugar onde acordado alguém não se cansa de sonhar, um outro alguém há de saber compreender um sonho e as coisas...mais sublimes de uma vida.

Um comentário:

  1. Era uma vez...quando a gente conseguia. Era uma vez, mas longe daqui para ser, pois aqui tudo faz remeter à perfeição impossível da utopia.


    Por: Fernando Ordani.

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