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terça-feira

Segue a cena!

Aquilo que traz, se oculta por detrás...panos quentes que envolvem, encobrem planos de imperfeição da avidez do voraz...
Aquilo que traz...mãos, que às tuas se entendem, contudo somente sobre suas complexidades superficiais compreendem, aquilo que se oculta por detrás de um olhar do suposto sagaz;
Servos subservientes, singulares a falar por muita gente...à primeira pessoa pretensa, que pensa saber sobre tudo aquilo que a terceira pensa, o direito à voz ao mordaz;
Pequenos em suas vestimentas de gente grande, alma pequena afeita às pequenas coisas...egos, gigantes;
Mesmas cenas, obscenas...indecência que se repita do mesmo protagonista acima de qualquer suspeita, gente cheia de respeito, que aos demais jamais respeita;
O mesmo cenário desenhado, perfeito para quem se satisfaz com um conflito, exulta a voz que exorta, impõe, modifica, manda embora, diz quem fica...
Dança insana das cadeiras, se apossa da razão, metralhadora de desilusão sem se importar com o alvo da vez que fira;
Inferências inoportunas, oportunismo sempre à escuta, idéias que não deixam dormir...face eternamente aflita;
Magnitude...grandezas diante da ótica de quem nada vê, comanda hordas, queima com lentes de aumento, soldados de plástico sob um sol causticante, sob a chuva que cai...
Quase tudo, quase sempre se vai...a fala que se trai...
Não se arrepende, quem vive desde os primórdios para ensinar, nada aprende e sem novas rotas que não sejam para colidir, mundo afora sempre sai;
Transpõe muros, passa dos limites...incólume remanescente de um circo itinerante, sempre alerta esteja, não titubeia...não ceda voz, emudeça, observe, solidifique!
Rolam os dados mais uma vez...cuidado, deste jogo neste tabuleiro levemente inclinado, inclina-se toda opinião que segue aos cegos, condena ao suplício quem nada fez;
Metralhadoras serão sempre cegas, armas...ou, coisas armadas, para seu existir sempre necessitam de guerras!
Tudo, em nada se converte, suposto inimigo cai por terra...perfídia armada se diverte;
Tudo isso se parece deja vú, se parece permissividade, se parece com hospício...mas, nada há de importar, aperte o "play", deixe a cena novamente rolar...
Afinal, interromper o "show" de quem necessita de aplausos, será sempre um desperdício!




2 comentários:

  1. Em um barril de pólvora, qualquer fagulha é bom motivo...por esta razão me abstenho, por este motivo, me retiro.

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  2. Contra fatos, não há argumentos, lógico também cenas não há como ocultar da memória, a primeira pessoa não pensa e não tem por si apreço hora pois quem dirá pelos demais? Sim, era para ter direito de escolhas, mas é melhor tudo pronto eu escolho pra você, o oportunismo sempre à escuta, concordo! pois se assim não for, como a peça será de cenas perfeitas, feitas com tamanha qualidade aos telespectadores?
    Quase tudo, quase sempre é quase nada deixa assim, aperta o play deixa a cena rolar, não se surpreenda, sabe que capaz eu sou, provo ao mundo, jamais deve ser interrompido um "show" assim, pois as cenas foram feitas dedicada a cada um de nós.

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