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domingo

Mundos opostos, rostos indispostos.



Abstração do indevido, fala ineficaz em tentativas de fazer alguma diferença;
Dedicação infundada, se assemelhando à toda sorte de estupidez...dedicação à paisagem que lhe devolve olhares de disfarçado deboche, dedicação persistente cortejando insensatez;
Exacerbação da estima, cúmulo de nuvens a pairar sobre a mente do estúpido, taciturno...estarrecido em um franzir do semblante em desgosto, consterna-se a tez;
Enganação que se viva dia após dia, dias distintos de passados coexistentes...tão diferentes, diferenças irremediáveis somente constroem pontes ou acentuam barreiras entre a gente;
Intransponível, toda forma de comunicação parece falhar e há de soar como idiomas distintos, mensagem ininteligível;
Sensação incrível, de ser expoente máximo de idiota que creia em coisas que não passem de esperanças infundadas, quando tua voz fala...mas, palavras parecem destinadas ao nada;
Frustrante, não obstante tentativas sucessivas por evolução concomitante;
A cada dia tenho mais certeza que certos erros não se reparam...a cada dia, me vejo mais irritável e percebo que nada sou além de um ser para ti a ser meramente tolerado, amável ser irritante;
Abstração, de tudo o que foi dito...necessidade de se repetir a cada minuto, pois compreensão de olhares ou mensagens com a clareza de ilustrações, se assemelham para ti a algo incompreensível...
Quiçá, seja somente algo desinteressante, mente que bloqueia pela crença que contradiga tua vaidade, de que eu não passe por um ser útil, contudo descartável ou desprezível;
Lembre-se de como contigo falar, ensina-me teu idioma...para que consigas então decifrar...
Ou, saia simplesmente...deixe-me sozinho, pois solidão sempre foi fiel companheira e jamais me deixara com cara de imbecil em companhia tão ausente;
Pensei que algumas apostas seriam certas, mas pensamentos guiados por sensações estarão sujeitos a erros irreparáveis...não reparei, que havia tanta diferença, impossíveis de serem sanadas entre a gente.


Um comentário:

  1. Deixe por assim dizer...sem mais palavras, deixe que o cinza de tudo, emudeça nossa voz e se cale, pela gente.

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