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segunda-feira

Pretensão e negação.

Pensei que o que se acendesse por esperança perdida, fosse vela;
Pensei, que o se se pintasse sobre vida, fosse digno de tela;
Pensei que velas não se acendessem para aquilo que não fosse mais vida a ser celebrada e se enluta;
Pensei se tratar de raridade em forma de donzela, mas era disfarce requintado para uma angelical forma de puta;
Pensei em apanhar a flor daquela linda árvore de vida...mas, preferi esperar por seu ciclo até que fosse fruta;
Imagens de toda primeira impressão que com fatos ou vontades, se associam;
Imagens, que remetam às coisas tão certas, que caprichosamente se moldam ao próprio gosto e regras contrariam;
Dissocia do desejo ou de toda certeza aquilo que se queira;
Torna-se então, digno de troça como se trapaça do destino fosse, torna-se repentinamente, eterna a nuvem que se pensava ser passageira;
Pensei que ao céu ascendesse somente o que merecesse;
Pensei...que aquilo que fosse perigo, o sublime jamais tocasse ou do chão, fosse escravo eterno de seu imperdoável pecado, que aqui permanecesse;
Pensei que fogo não ferisse, pensei que somente aquecesse;
Pensar se faz pretensão do ego, presunção que se faça ao gosto de quem seja ou venha a optar por ser cego;
Pensar que toda forma de hipocrisia ou egoísmo, desejos meramente humanos prevaleçam em favor do ego;
Posso assim pensar, porém acreditar que seja cruel o suficiente para ser verdade...esta realidade, eu nego.




Um comentário:

  1. Cuide bem de teu sonho...afinal, muitas vezes será somente seu e isso, há de bastar.

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