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sexta-feira

Histórias escritas, cenas roubadas.

Perdão se alguém supostamente roubou tua glória;
Deveras, quase hei de afirmar que não se faz merecedora além da indiferença, cara aleluia que, com pronomes de posse indevida...faz constituição de tua infeliz história;
Detesta quando resta, talvez assim venha a restar simplesmente porque não presta...
Detesta o alheio brilho, detesta quando a luz que se faça iluminar não seja originária de tua testa;
Quiçá, jamais fora tua verdadeiramente alguma sorte de história, que não seja aquela que necessita contar, ou que não seja meramente pretensa;
Pouco notória em tua existência, muita audácia lhe atribui o peso da suposta relevância que possuir pensa;
Flechas aceitam ser passadas por um momento para trás, com a certeza que serão capazes de surpreender ao serem projetos que rumam para além, de onde imagina toda forma de inveja;
Arcos serão similares a ti...previsíveis em seu movimento, movendo-se pouco além de sua quase completa inércia;
Astúcia há de lhe conferir esta existência supostamente segura e sábia, sendo contrassenso para uma vida que pouco viveu, mas acredita que muito sabe;
A tolerância inteligente, aceita contigo conviver, mas há de preferir vida e seus riscos prefere correr...
Para então poder discorrer, sobre os mesmos fatos talvez, porém com mais propriedade;
Perdão, se alguém roubou a razão ou a cena que tanto necessita;
Se fosse para brilhar seria estrela...se fosse para se destacar, ao menos que fosse beleza distinta, mas não parasita;
Perdão por talvez alguém fazer aquilo que gostaria;
O coração inspirado assim está por divina dádiva...e sobre divindades, apenas se ouvirá falácia profana de tua mente insana, por tua escolha de ser assim tão fria e vazia;
A mente realmente inteligente se cala e cede o picadeiro para que seja palhaça assim tão sem graça...
A cena é toda sua, estupidez ou sabedoria, pondera e logo se cala...sorria!
Não era exatamente isso...que queria?!


Um comentário:

  1. Vida há de seguir, seja ao nosso respeito, despeito...acerca ou alheia a nós.
    Desatam-se então, os perniciosos...hei de preferir como aliadas a velha inspiração da natureza, hei de deixar na poeira do pretérito...preterida a guerra, em prol de ser entusiasta de toda forma ímpar de beleza.
    Respeito...algumas pessoas têm, outras...simplesmente apropriam-se da razão, a cena de todos roubarão e com astúcia, hão de saber desconversar muito bem.

    P.S: Não sou poeta, sou bom ou ruim ESCRITOR...respeite minha condição! Atenha-se à tua própria questão!

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