Visitantes da página

terça-feira

Egos e velhas, novas promessas.

Promessas que se parecem premissa para uma nova vida, deitam-se  próximas, supostamente ao seu lado;

Promessas que possam ser personificadas, promessas das quais pouco se sabe sequer do sorriso, se sorri...ou, se ri da sua cara;

Promessas que prometem  um futuro que se pareça tanto com repetição de pretérito, mudar;

Promessas...que insistam pelo mesmo caminho percorrer, mas apenas em sutis e premeditados desvios de percurso algo alterar;

Seria promessa de céu ou inferno, aquilo que simplesmente vejo e por trás de olhos que se escondem ainda não consigo enxergar?

Promessa, de real abnegação de um ego, de mudança de conduta...que me faça arrepender de uma milésima chance conceder, de tanto sobre mim esquecer para tanto a ti, me doar;

Promessa de que não seja estúpido engano, de que não seja traçado com requintes de toda crueldade que suceda ímpetos de possessividade, um maldito plano;

Sorrisos inocentes de provocação, palavras de suposto amor que seriam juras de maldição;

Oração feita com anseios de mente agradecendo por uma vida como presente, oração que parece não partir de um humano coração;

Promessa...me perdoe por analisar com frieza a tua e a minha condição, pois do céu pouco conheço e sobre ilusões de paraíso, já cansei de iludir-me em vão;

Diga-me se seria mesmo incondicional aquilo que me desejas ao prometer;

Diga-me que ao desejar-me algum sucesso, não esteja em verdade, a rogar uma praga fitando meus olhos de piedade com oculto ódio...toda maldição;

Diga-me valer a pena contigo adormecer, sem sentir este vazio que sinto, quando ausente de ti venho a ponderar nossas vidas, promessa que se foi tão fria...ao alvorecer;

Promessa...uma vez mais tem minha mão, mas suplico que a pegue, junto com meu último suspiro de crédito na vida...pegue pra valer!

Pois, se uma vez mais promessas se vierem a se consumar em mentiras que rejeito em crer...prefiro cerrar meus olhos neste momento e eternamente, para este mundo desgraçado morrer.



Um comentário:

  1. Obrigado por este cair de máscaras, esta maquiagem que se desfaz.
    Obrigado por não deixar restar mais dúvidas... obrigado, por nossa história ser assim, boa o suficiente sequer para deixar o amargor em um nunca mais.

    ResponderExcluir

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.