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domingo

Desejos e conflitos.




Por vezes, tudo o que o corpo ou a alma pede, anseia... é por algo sublime, pelo total silêncio introspectivo em busca da própria identidade e da calma;
Em outras ocasiões, deseja-se o cigarro, embora se saiba sobre o escarro... Aquilo que faça o sabido, mas desejado mal, a coisa carnal e banal... o inferno astral solitário;
Às vezes... a luz que insiste em me guiar não possui nada de sagrada, é simplesmente luz comum e profana;
Luz a guiar por caminhos obscuros, à qual de alguma forma já me afeiçoei e já não mais me engana;
Precisa-se do pão... precisa-se de material forma de maldição para a ceia; 
Coração a pulsar, emoção insensata a pedir...consciência na iminência de sentir o peso por opção cretina feita;
Vive-se de aparente retidão de caráter, que seja chamada por sabedoria...todavia, corpo há de pedir pelo proibido, corpo tão humano a desejar o torpor ou a lascívia;
Porventura se vive a intensidade que abrevia vida, porventura se vive a vida que o terceiro por ti, decida... 
Talvez, não se saiba o que se queira, quiçá o prazer em se viver consista em flertar com loucura...viver no limiar, sentir toda a vertigem do abismo ou margem que se permeia;
Desejo... tudo aquilo que tenho, mas hei de querer aquilo que seja loucura que não seja minha...  
Um pouco do azul, em minha veste demasiada vermelha.





Um comentário:

  1. Estou quase certo de que me enganei...se sou simples trouxa, ou símbolo maior de boçalidade em vida, ainda não sei

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