Visitantes da página

sexta-feira

A menina da varanda.






Sinta-me onde o vento, suavemente como brisa soprar;
Sinta-me em um suave entardecer;
Lembre-se do sorriso melancólico que se fazia neste rosto desenhar, lembrar-se de mim é lembrar-se de você;
Almas eternamente ligadas, desde o berço tão distante unidas;
Corpos...pelo destino separados, mas almas não se separam apesar de pessoas ou banais intrigar;
Te vejo neste copo de cerveja imaginário...lembro-me da pessoa que conheci naquela varanda...
Ser infantil, no azul de teu olhar via a pureza de um anjo tão adorável;
Ausente, após nossos dias de lágrimas e glórias...despedidas que nada eram além de um quase adeus...
Hoje, a alma deste poeta sem aquela guria, amiga que lhe ensinou sobre incondicional amor, chora;
Sei que sente frio onde está...sabe que faz frio, onde estou agora;
O destino uma vez mais lamenta por nossas falhas, destino e seus desígnios escusos tal qual ao do vil canalha;
Sinto-me recolhido neste quarto de solidão, com aquela imagem que fazia de ti sobre perfeição...porém, lamentando nossa triste falha;
Desafiamos  estados, desafiamos o mundo quando somos tão infantis e assim tão frágeis...tão fracos;
Hoje, uma vez mais dizemos adeus e te vi em lágrimas de dor, partir;
Hoje...senti lacerante dor que jamais sentira, quis acreditar que esta incômoda sensação de verdade fosse nada além de pesadelo ou mentira;
Senti que fora para sempre minha amiga, roubaram uma vez mais de mim minha criança;
Perdi o motivo para sorrir neste dia...deixe-me ao menos solitário, sofrendo com minhas lágrimas...
Idealizando nosso perdido futuro, que agora não passa de recente passado...que enquanto eu respirar, quero eternizar em lembrança;
Adeus, minha doce ilusão de verdadeiro amor, adeus...com gosto amargo de quem gostaria de um último afago nos cabelos cor de ouro de minha criança;
No paraíso não haverá pessoas ou restrições para nossa felicidade, que era tão simples como comer uma pizza contigo na rua...naquela praça onde tua imagem, se fará presente ausência que um nó sempre trará à minha garganta.


9 comentários:

  1. Sim, é novo...é fiz agora, na agonia que sinto.
    Minha doce criança, em descrédito com a vida...renovação de minha esperança.
    Sinto como se estivesse sempre a me esperar..ainda que sejam ruínas, como o nosso destino, aquela varanda.
    Olhe para o céu, lá estarei por ti a olhar.
    Olhe para mim...jamais se esqueça de procurar este amigo, que só vive e escreve, pelo sentido que trouxe ao meu respirar.

    ResponderExcluir
  2. Respostas
    1. To aqui eu o amo para sempre me deixa não por favor

      Excluir
    2. Um dia tudo há de se explicar menina...basta, você querer escutar.
      Basta, deixar pessoas e teu eterno amigo, te ajudar.

      Excluir
    3. Obrigado por tudo, menina da "varanda"....nossas almas se encontram novamente um dia, distante desta insana brincadeira de ciranda.

      Excluir

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.