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sábado

Me dê motivos.

Se pensa que sou palhaço...escolha sua carta...
Vida que vive e respira sempre surpreende, o melhor está sempre por vir e vida assim tão humana, como lixo não se descarta;
Se pensa que nada valho, tu também terá teus valores para analisar e ponderar o quanto em um mercado imaginário, está a valer;
Se pensa em se fazer para mim restrição, obstáculo...lembra-se que palhaço, também sabe brincar e fazer sentir dor, onde há de doer;
Se pensa que pode montanhas mover, vá em frente e mova;
Se pensa que tudo para aquilo que enxerga como algoz ou objeto para testes está morto...surpresa se faz quando a inesperada peça neste tabuleiro de insanidades, se mova;
Se pensa, e assim fez opção infeliz por pensar...resista;
Se não suporta jogos mentais, mas se proponha a brincar...há uma chance, desista;
Se pensou...o vento coisas pequenas também levou, aquela relva a vaca também já ruminou...és agora passado, finito...
De tua nefasta presença, nada a restar sobre coisas que não prestam, restou;
Se nada pensou em verdade, regozija-te...tudo isso passou de mera pretensão de um louco, que sabe sobre versos ou sobre coisas que transcendam a própria insanidade;
Quem já caminhou sem desabrigado no inverno, sobreviveu ao próprio inferno...não necessita de auto ou alheia piedade;
Se procura um palhaço engraçado para entreter...venha a mim, mas sem troças ocultas em um coração obscuro...ainda posso para ser motivo de um franco sorriso, para a este papel voltar a me submeter;
Se procuras outra coisa...regressa ao princípio e com atenção devida, estes versos volte a ler;
Se nada procura, não procure por mim...não procure por nada,  tão logo...eu não encontrarei você.






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