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sábado

Silêncio, dos inocentes.





Quando pensa estar dando uma boa oportunidade para pensar, pode estar perdendo um boa chance par agir;
Nem sempre, aquilo que se faz para pausa para pensamento, será sobriedade para um reflexivo momento;
Nem sempre, ação para coibir denota coerção, nem sempre...aquilo que impera em uma mente vazia, possibilita um livre pensar, em decorrência de poluição;
Poluição da mente, mente ausente...momento de livre arbítrio não se faz escolha inteligente;
Atuação, ação sem precedentes...real amizade que se manifeste em intervenção, embora contundente;
Não ser do crime, o delator...porém, jamais com este, complacente;
Pode ser típico da juventude crer que todo ser pensante, esteja sempre em condições de ponderar e acerca de seus próprios atos, sempre esteja ciente;
Poderá ser oportunidade para agir, quando se percebe no vazio de um olhar que pareça pedir por ajuda...interromper um ímpeto doentio de uma dominada mente;
Nada poderá ser mais crime, que assistir ao próprio crime com olhar de indiferença...por egoísmo, ou simplesmente por ainda ser por demais inocente;
Nada deverá ser mais ultrajante que o silêncio, quando ceda lugar a uma voz imperativa...um ato consentido inconsequente;
Nada, quando assim se faz, não deixa de evitar lamentações por algo que se perca em lugares escuros, onde apenas uma testemunha de um crime de dois ou mais, seja remanescente.




Um comentário:

  1. A frase feita agora...."às vezes, o melhor amigo não é aquele que assiste e nada faz, mas sim...aquele que chega dando a VOADORA. Ainda, que seja em você mesmo!"

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