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quinta-feira

Pela tangente,ou por amor ausente.



Pensei ser aparente problema, mas problema era visão;
Pensei em sair pela tangente, mas tangente não se fazia porta ao alcance para a mão;
Pensei estar ferindo o orgulho, mas matara sem querer, um coração;
Pensei que seria veneno com cara de solução, mas era ultrajante maldição;
Pensei em ser pior, mas piorar já não se fazia mais possível opção;
Pensei em melhorar, enxerguei minha triste face sendo para um pequeno mundo...tal qual o copo de veneno para quem sofra, mal necessário e quiçá uma estranha solução;
Pensei em silenciar, por palavras tinham sede meus irmãos;
Pensei em minha vida tirar, mas tirar vida que já se fazia perdida seria estúpido até para ser, outra considerada opção;
Pensei em fazer dos cacos que de mim restaram, algum mau exemplo que servisse de lição;
Pensei em parar...mas a vida anseia por movimento, enquanto insista em bater este ferido coração;
Pensei...mas, todo pensamento assim, se foi e fora em vão...


Um comentário:

  1. Quando a bala se faz conflito para ser degustada ou para um definitivo fim, utilizada.
    Quando a força se faz fraqueza...e com uma corda se pensa em fazer coisas que façam cessar do peito toda a triste...hora de cessar talvez os pensamentos.
    Hora, de jogar com os deuses e questionar as malditas cartas marcadas, em um jogo estúpido e previsível que se faça na mesa.

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