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sábado

Nipônico Orgulho.






 
Dedicar os melhores adjetivos sobre este curioso ser, que tanto representa sua raça, há de ser pleonasmo;
Melhor de perto ou longe observar seu curioso existir...melhor há de ser, se entreter com seu sábio e quase afônico jeito de ser, que parece ser inato;
Alguém nascido em berço de orgulho, vive pelo orgulho de identidade e tão homogêneo se parecer, em multidão onde há de se observar apenas seres de olhos puxados;
Ser ciente de que somos iguais, meros aprendizes sujeitos ao tempo...vulneráveis e mortais;
Ser capaz de ser diferente, ainda que todos, tanto insistam em se parecer...ser único para ser lembrado em memória e não desaparecer como nuvens que se movam para um local chamado jamais;
Sotaque diferente, sorriso tímido que oculta, por vezes, a genialidade de alguém involuntariamente tão curioso e engraçado;
Vitória não se comemora, pois não há competição...quando desde os primeiros passos, ser primaz, pioneiro, faz parte de sua cultura como uma comum condição;
Como se fora nada para ser celebrado, como se nada fosse vencer...a não ser, algo que traga consigo como mera obrigação;
Relevante há de ser toda sabedoria que antecede, sucesso há de ser, toda novidade que aos padrões atuais desafiam...um passo adiante de tudo o que se sucede;
Não me lembro ao certo, do nome daquele intrigante ser, que em meu passado se faz somente memória de ensinamentos relevantes para por mim, serem lembrados;
Não se importa com seu nome, importa-se muito menos com seu ego, porém também há de ser alguém que, vivendo por códigos peculiares de honra, deseja se sentir honrado;
Alguém que há de se importar com aquilo que seja possibilidade de coletiva evolução, ou palavra de sabedoria que surpreenda como algo certo que surja precisamente, no momento errado;
Não me lembro exatamente de quantos nipônicos em minha vida conheci, contudo, de todos que se passaram...
Do passado que com estes aprendi, para meu presente com sorriso em um doce recordar, coisas sobre a vida para construir uma melhor forma de existir e coexistência, comigo trago;
Se sentir saudades é coisa de minha gente e se sou assim tão latino para me apegar às coisas, simplesmente deixo para vocês tão distintos de mim, meu muito obrigado;
Realmente...foram seres e ainda serão, muito além de minha vil compreensão...observar e estar alheio, e contentar-se por, não necessariamente ser observado;
E, se me permitem uma jocosa e inocente brincadeira sobre como desejo vos definir, simplesmente hei de vos chamar neste planeta de seres tão animais, como um KAZUO HARU!




3 comentários:

  1. "Se sentir saudades é coisa de minha gente e se sou assim tão latino para me apegar às coisas, simplesmente deixo para vocês tão distintos de mim, meu muito obrigado. Realmente...foram seres e ainda serão, muito além de minha vil compreensão...observar e estar alheio, e contentar-se por, não necessariamente ser observado..."

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  2. "Curioso ser, que tanto representa sua raça.
    Não tem como falar que não seja.... seu simples existir não necessita de registro, pois é simples e complexo por demais para estar em um livro.... simples e não tão difícil de se entender.

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    1. Poucas palavras...olhos que se parecem entreabertos, mas que muito observam. Bocas que pouco falam, mas quando o fazem, fazem na hora necessária.
      Orgulho deste povo....

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