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terça-feira

Rasgando histórias.









Não me encontro em condições de falar sobre amor...
Quando condições para que brotasse amor, seriam ao menos sementes de respeito desde os primórdios da vida...porém, há de ser apenas o que acho;
Não me encontro, pois acredito não ter sequer sido capaz de me perder por completo e quiçá, nem mesmo a terra me queira consumir por debaixo;
Talvez seja minha conduta irresponsável e realmente, inocente...ou, talvez, seja eu o oposto realmente de tudo aquilo que se desenhe sobre mim em minha mente;
Penso que a vida simplesmente consista em deixar o filhote para o horizonte voar...ainda que nada diga, ainda que sequer sorte venha a lhe desejar;
Penso que não seria necessário nada além de dois para se amar, mas se o ódio e a mentira impera na imensa maioria...toda forma de amor, deverão estas prevalecer ao sufocar;
Penso em viver, penso em me encontrar;
Penso em simplesmente, com mente bloqueada por drogas licenciadas legalmente, em trabalhar;
Sequer trabalhar consigo, sequer sei se eu mesmo...sou comigo e sou meu melhor amigo;
Sequer consigo deixar de pensar por um segundo, que ela está lá esperando por mim para ser comigo...
Embora, pensei demais para consumir muitos neurônios que hoje não conversam, mas tergiversam;
Pensei o bastante para não ser capaz sequer de lograr êxito em meu próprio intento de suicídio;
Adiante eu sigo, pois o tempo e anjos me levam;
Atrás eu regresso...pois, minha mente é frágil e demônios do que deveria ser passado, sabem da fragilidade daquilo que pegam;
Daquilo que pegam e daquilo que pregam, da contradição que se faz eu seu vil existir;
Amor não preciso pedir, mas se amor significa prender por egoísmo...peço por favor, sem fitar-me nos olhos que me deixe partir;
Amor deveria edificar, não destruir...amor que fosse realmente amar, não deveria desagregar e sim, unir;
Se faz opção por no mundo ter me colocado por motivos que desconheço....se me tratas com controle excessivo ou tanto desprezo...
Afirmo, com pesar em minha alma, que do crime que me julgas, bem como sobre tua identidade...eu desconheço;
Seja feliz, e deixe viver o que resta daquilo que de mim restou...seja feliz e se aprouver lembre-se de mim...
Pois, nem mesmo da poeira que no ar paira ou de nostalgia que dure fração de segundo, algo sobre ti restou;
Não sei sequer sobre quem estou a versar...pois, teu nome, o destino ao prejudicar minha memória...
Com toda minha gratidão, para sempre apagou.




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