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quinta-feira

Descartável, sempre ao seu dispor.

Passar a tarde toda, a serviço de quem não te conheça;
Passar o dia, perder seu tempo...sufocar ou agregar talentos, onde seu talento não se reconheça;
Passar o dia inteiro prestando serviços...acreditando ser diferente dentre tantos iguais;
Passar o dia, como se suportasse a dor de um calo...calar sua voz diante da ignorância dos normais;
Padronizar pessoas, padronizar personalidades;
Lembra-se sobre aquilo que interesse, ainda que estúpido seja, pelo valor monetário que vale;
Descaracterizar pessoas, sufocar com metas a cumprir e rotular o inocente transgressor por sua simples expressão de arte;
Passar o dia, prestando atenção a quem digno de atenção, não seja;
Passar o dia...suportando-se dentro de sua própria pele, reprimindo todo ímpeto de se perder a cabeça;
Quanto vale o que pensa, quanto vale...para que de lembrar de um procedimento qualquer, não se esqueça?
Quanto vale, para de tudo isso me libertar...quanto devo pagar, para que deixem-me em paz, para que eu possa respirar...antes que eu enlouqueça?
Passar o dia subserviente e complacente com quem detesta, passar o dia praticando ou professando coisas boas, acerca daquilo que não presta;
Melhor seria então, ser indigente...ou ceifar sua própria existência, tão breve quanto um breve estampido de um tiro, na própria testa!


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