Visitantes da página

terça-feira

Das coisas que nada sei.








Das belezas reais ou surreais das quais falo em versos quebrados...quase nada, hei de verdadeiramente saber;
Das tristezas que quase como um apelo por misericórdia, com precisão quase narro...muitas infelizmente em realidade estou a viver;
De coisas belas eu gostaria de viver;
Sobre coisas tristes, gostaria que tudo fora pretensão...preferia ainda talvez, acerca destas nada tecer;
Vida há de ser beleza, belo há de ser tudo o que não seja humano...no entanto, seja simples em seu ciclo de viver;
Vida há de ser cores, vida...não deveria se tratar de dissabores;
Homem há de ser lobo, humano há de ser eficiente e preciso ceifeiro;
Humana arte de roubar vida de tudo que ousa florescer e querer nada além de paz, a paz...necessária para se viver por um dia inteiro;
Vida é tudo que é selvagem, vida não há de se contentar com adestramento e regras de prisão em um celeiro;
De belezas gostaria de viver, mas utopia é tudo que tenho para se escrever;
Horrores são coisas que vivo, e a razão pela qual simplesmente sonho e diante de triste sorte, escolho diariamente encontrar motivos para não morrer;
Na vida acredito...das belezas que sonho, um dia não hão de se tratar de miragem e finalmente acontecer;
Enquanto isso vivo...
Nessa insana arte de fazer sorrir, entristecer ou entreter...sendo a minha única razão para acreditar e assim, sobreviver.




Um comentário:

  1. Para todos aqueles que acordam, acreditando que vinte e quatro horas são cada vez mais...pouco tempo para algo que realmente agrade ao ego, se fazer.
    Para todos...que compartilham aquele sentimento que são bons pais, filhos, ou empregados...mas, pegam-se às voltas com um estranho sentimento de mero sobreviver, quando vida deveria ser para se viver.

    ResponderExcluir

Observação: somente um membro deste blog pode postar um comentário.