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domingo

Verdade em meio a tanta mentira...

Tu jamais me destes nada que não fosse carinho em sua forma mais primitiva;
Tu não és fera, é dócil como o rócio que cai em uma tarde de primavera;
Tens instintos primitivos, unhas, dentes...para ferir a quem mereça ser ferido;
Para mim jamais representaram nada que não fossem um charminho, para me chamar a atenção com seus gracejos e jamais foram perigo;
Tu não ostentas grande porte, mas também é fera;
Tu és o motivo pela minha humilde e singela homenagem, pelo rolar neste instante de uma esfera;
És registrada em selo e se faz única para assim ter sido, e registro-te agora em tinta, que em minha mente inspira e em vida real que escapa à tela, se pinta;
És de todas as formas que comigo convivem, por sua natureza doce, dócil e verdadeira, a mais distinta;
Tu...desejo de consumo de um impúbere, diversão para a faixa etária-infanto juvenil;
Tu...agrado para os olhos, daqueles que já cresceram e se distraem, e perdem-se no seu olhar de mistério amistoso e nada hostil;
É fruto do mistério, é algo mais que alguém....é aquilo que tanto venero;
Enaltecida seja sua espécie, algo que permeia o sobrenatural e tantos contos ou superstição inspira;
Grata sempre é sua presença, que se faz neste covil de serpentes onde vivo para ver...que és a mais pura materialização da verdade, dentre aquilo que me rodeia...tanta mentira.
ESSA É PRA VC, AINDA QUE NÃO SAIBA LER...SEI QUE SENTE.


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