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sexta-feira

Uma praça e destinos.

Sentado na praça, tem gente que passa...histórias que se vão, histórias de glória e desgraça;
Sentado na praça perdido em meu olhar, perco-me entre flores esperando pelo Sol para um dia brilhar;
Sentado sob o Sol, entre flores a esperar...sobre estas um dia caminhar ou sob estar, logo estar;
Sentado no mesmo lugar, sem se mover em um curto e breve ato de respirar...não faço fotossíntese, fantasma sou e me parece estranho este lugar;
Contemplando a água, frias...plácidas e calmas como a mudez insana do meu olhar;
Olhar...não se move, parece perdido em um ponto qualquer, não há muito o que se observar;
Pessoas passam, destinos hão de se perder ou de se encontrar;
Enquanto eu sento na praça, envelheço esperando entre as flores pertencer ou como elas, por minha vida florescer;
Sentado na praça...esperando o Sol somente para o frio de minha alma aquecer;
Quando nada mais faz sentido, sentado permaneço...e um dia isso tudo há de fazer. E finalmente, sob as flores ou sobre estas...em paz estarei e meu lugar finalmente, hei de conhecer.

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