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quarta-feira

Rosas...simplesmente.



Rosas azuis, variação genética...não és natural, mas é de ímpar beleza estética. Sua cor remete ao céu, céu que quando de sua cor, há de animar uma alma desanimada, ainda que a mais cética;




Rosas vermelhas, vermelhas cor de sangue, cor de vida e coração. Cor de rosa que conquista e tem jeito de chama, encanto devastador...parece que fora feita e por sua natureza, é comparável à própria paixão;









Rosas cor-de-rosas, por sua existência atribuiu nome e significado às demais, por sua essência, é delicada, e merece ser mais ROSA do que todas as demais;




Rosas, nos jardins, em varandas...rosas verdadeiras ou rosas artificiais;
Para toda feminilidade que exista e seja digna há de existir uma rosa que a enalteça e ainda mais, como um singelo presente é gesto que dignifica;

Rosas, sejam elas de cores diversas, pretas, vermelhas, azuis, rosas ou amarelas...quem não há de parar por um segundo para cobiçá-las?












Por parecerem ser da própria natureza ou do próprio criador...sua inspiração mais bela;
Rosas, persistam a encantar e sua essência que perfuma ares fétidos, a perfumar;
Sempre haverá aquele que simplesmente te admira e de ti irá cuidar...sempre haverá, aquele que te olha com olhos de cobiça, e sua vida por capricho...tentará artificialmente imitar ou simplesmente, ceifar;
Aquilo que é natural e belo por excelência, não deverá ser comercializado ou ter preso estipulado...pois, tal fato, é uma afronta à divindade de sua própria proveniência;

Rosas...


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