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quarta-feira

Meu raio de Sol.

Um dia, hei de querer ver minha fagulha dourada, um raio de luz para mim, raiar;
Um dia desses, hei de sair para despretensiosamente caminhar, rumar por onde nunca fui, por onde jamais estive, me enveredar;
Viver distintas aventuras, saborear dissabores e desfrutar, dissertar quiçá sobre minhas desventuras;
Um dia, sei exatamente quantas horas ele dura...sei o quanto estas horas têm sido redundantes, tediosas e este micro universo, algo que me prende como algemas...que restringe como ataduras;
Neste dia sairei, que horas deverei voltar, não mais informarei;
De satisfações eu pouco sei, dá-las aos demais até o presente momento, como se fora eu sequer algo aquém de um errante ser humano, eu sempre dei, mas não sei ao certo se ainda darei;
Neste dia, talvez eu partirei, do meu paradeiro, somente eu saberei...atrás de uma colina, virando a próxima esquina, talvez lá eu estarei...
Estarei, livre finalmente, esperando o calor do Sol que me trará à tona para respirar novamente, e calor em um corpo que padece na escuridão, na palidez e no frio, alguma vida e notoriedade...devolver, mas devolver distintamente;
Satisfações então, não mais darei por jamais dever, satisfeito então neste dia estarei, por estar um pouco além da mera sobrevivência...satisfeito estarei por estar vivendo plenamente!

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