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quarta-feira

Mais uma vez você vai....(Novidade?)

Um dia para você de mim sorrir, um dia para o mundo girar e ao chão me trazer...um dia para você me destruir;
Neurônios tenho de sobra, ainda que me queime alguns juntamente ao meu orgulho infindável de um ilustre otário;
Sou otário, assim assumo, mas jamais escondi minha face por detrás de máscaras, sou original e sou ao menos ILUSTRE, e não somente como alguns, que são somente OTÁRIOS;
Da minha desgraça posso sorrir, nos meus olhos está escrita a verdade para quem quiser ler, como um livro aberto;
Entretanto, a verdade nem sempre é conveniente e o silêncio paira, todos já sabemos como proceder quando sabemos que é quebrado por todos nós, aquela ilusão sempre temporária de encanto;
Então cale-se voz de censura...a mim não agrada ouvir motivos para retornar jamais à clausura;
Poetas audazes jamais tiveram alguma sabedoria, sagacidade ou cautela, mas muito falam...para muitos, delas;
Cavalos selvagens foram feitos para simplesmente, livres cavalgar...e com seus próprios passos errados, aprender com acidentes, em um mundo de perigos, a hora de refrear;
Seres livres, jamais foram feitos para dentro de uma jaula de LOUCOS ficar, pois com estes poderá enlouquecer e as consequências, mais que sabidas...pelos demais há de se prever e confirmar;
Louco sou, e me orgulho de ser um louco pouco astuto;
Louco posso ser, mas sou louco útil, louco distinto que não há de se submeter a ensinamentos dos quais já sei, então reitero...cale-se voz de censura, minha liberdade e minha consciência já são punição, minha fortaleza são meus versos e o pulsar do sangue de ódio em minha musculatura;
Bate coração, bata levemente...saiba que será punido, punido impiedosamente;
Bata mão...em algum momento todos esperam que ela possa bater...mas, sujar-me com sangue de imbecis não me apetece, e jamais há de me enobrecer;
Então, com um sorriso no rosto e orgulhoso, mais austero e arrogante do que nunca fora...reafirmo e reitero:
Uma vez mais você vai...mas, jamais levara um pedaço de mim, pois de mim jamais não fora nada além de asqueroso escarro;
Mais uma vez você vai, mas nada jamais fora de mim senão troças sobre minha pessoa...um vil sarro;
Parafraseando o poeta eu digo: pode ir, acredite levar um pedaço de mim....saiba que jamais estarei esperando por ti...mas, sei que infelizmente, apesar de escarro, és algo que surgirá da fraqueza quando não suporto até mesmo a mim;
Se vá de uma vez, assim eu desejo, mesmo acreditando que nossa história, está longe do fim;
Se vá para sempre, mesmo sabendo que de prudência falo e como alguns, sobre esta não vocifero com ferocidade de um demagogo em tom alto;
No entanto, da razão jamais fui pretenso dono e nada sou além de um vil incauto;
És para mim alento...para quando já não mais suporto pessoas, já não mais aguento;
És um mal necessário, um mal ordinário...mas, hoje, é uma face orgulhosa que contemplo no espelho, simplesmente, por ter lhe varrido como sujeira que não incomoda para trás do armário...

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