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sexta-feira

Histórias de piratas


Piratas de histórias, piratas...de infantis contos, apesar de figuras assustadoras, servem para fazer a inocência ninar. Piratas, personagens ou reais e históricos chacais;
Piratas...em busca do alheio, tomar à todo custo aquilo que tenha algum valor ainda que do objeto de seu roubo, nada compreenda...seja o item mais belo, seja o mais feio;
Mercado, mercadorias...obras, quadros, tesouros em ouro verdadeiro ou ouro de tolo, tesouros em forma de poesia;
Inescrupulosos, escória...sem relevância para serem sequer a insetos que sobrevivem curtos prazos necessitando de uma lâmpada;
Piratas do presente especialmente, piratas com os quais não se constrói uma bela história;
Piratas que por livre opção, como seus antepassados...vivem à espreita, esperam a oportunidade para colocar as mãos naquilo que não lhes pertence, o item desejado;
Se apossam daquilo do alheio sem arrependimentos, mas tudo aquilo que será exacerbação da ganância humana, estará sujeito e será por uma lei vigiado;
Piratas...de piedade não são dignos, pois são meros frutos da escolha de se viver como parasitas, que sucumbiram e renunciaram às suas qualidades, para se tornarem conscientemente seres desqualificados;
Querem seu dinheiro, querem sua alma, querem sua calma...tudo o que seja interessante, tudo aquilo que pareça ter valor ou seja brilhante...sede de vampiro, sede de sangue;
Piratas virtuais, ainda de forma mais sorrateira...destróem aquilo que fora com suor ou inspiração construído. Desconhecem o que sente, da emoção que não seja a furtiva...furtar, nada sabem...por serem desprovidos de um coração;
Piratas do passado, piratas do presente e do futuro, não seriam dignos de figurar sequer em uma estrofe de um poema sem sentido, escrito um poeta vagabundo;
Pirata, ser que vive da luz alheia, ser que sua própria vida já perdeu e pernicioso, caminha pelos cantos do mundo moribundo...
Deixe aquilo que a alguém pertence por mérito em paz, deixem de se importar com aquilo que não compreendem, mas em forma de dinheiro parece soar agradável e tanto se apraz;
Deixem a vida de quem produza ou ainda ouse sonhar seguir...ainda que de vossas vidas inúteis tal qual às das moscas varejeiras, tenham de deixar junto com vossas ambições...ao sucumbirem finalmente descendo para sempre abaixo da terra, para trás.

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