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domingo

Fim.

Perdeu a graça, morreu;
Tudo aquilo que parecia belo, com seu vil olhar e palavras regadas de ódio, faleceu;
Sepultado, está meu destino, está meu passado;
Passado do qual outrora já me orgulhei, passado pelo qual me execrastes, e por nada que voltei a ser, subitamente por um momento me lembrei;
Passado, que acreditara ter sepultado, tudo em suas palavras novamente, em trevas fora ressuscitado;
Presente, que achei que fizera sentido...não fora mais que satisfação para meu próprio e ferido orgulho, não fui nada além de algo que jamais fizera sentido;
Futuro, lançado novamente a sorte, com suas palavras que pedem com sarcasmo pela minha vida, que perigo não corria, lamento por fazer companhia neste momento à própria morte;
Lamento por um dia ter escrito, lamento, por neste momento não fazer mais sentido...lamento, por quem leia este lixo, advindo de um imbecil que já há tempos, deveria como por um caminhão de estrume, ser tolhido;
Obrigado por ter me feito nascer, simplesmente, para saber ou para me relembrar que nada jamais fora...que nada além de um idiota para alguém ou fruto de um  mero acidente, jamais fui.

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