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sábado

Prazer, meu nome.


Alguns irão dizer que escondo minha própria personalidade;
Alguns irão dizer que tudo aquilo que digo é pretensa mentira...um disfarce da verdade;
Alguns irão me chamar do que quiserem, me chamarão de perdedor ou covarde;
A mim não importa mais o que se foi, a mim, não agrada ter dos outros algum senso de piedade;
A minha própria já me basta, já me atormenta a minha própria realidade;
Escondo minha face por trás de um rosto de um palhaço por assim acreditar que nascemos alguns de nós, e persisto por assim acreditar permanecer;
Não faço culto à minha personalidade, sequer alguns acreditam meus próprios dizeres, a mim pertencer;
Em uma linha contínua, com algumas vírgulas ou reticências, muito tem e terá um homem a perder, especialmente alguns...por assim dizer;
Espero somente, após aquilo que um dia foi aurora e chamei de vida e agora é crepúsculo e me toca a mais dolorosa ferida...o fechar das cortinas, o real anoitecer. O fechar de meus olhos eternamente, para que nunca mais volte a amanhecer;
Será o final daquilo que me prende, daquilo que restringe ou me consome...jamais quero ser lembrado por um rosto que envelhece ou um corpo que à terra desce;
Somente desejo, que para alguns, eterno e algum significado...TENHA O MEU NOME.

Por: Um idiota, chamado FERNANDO ORDANI.

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