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terça-feira

O mesmo monstro...o mesmo, EU?

Em razão de minha clara e assaz obscura obesessão...serei eu eterno escravo da ilusão?
Deverei eu para uma eternidade tão efêmera, ostentar os estigmas de minha humilhação?
Por motivo da cegueira que parecia certeza, da diversão barata que tanto custou...estará marcada para sempre a marca da besta em minha testa, aquela que me sem piedade me enganou?
Por culpa das ocasiões...nunca me libertarei dos malditos grilhões?
Quando estiver face a face com o inevitável novamente...serei sempre eu covarde e hei de ceder, traindo a mim mesmo e sentindo o duro golpe na dignadade?
Sair para o mundo novamente...tentar deletar arquivos que mais se parecem com vírus letais e indeléveis;
Do desafio, ainda que muitas lutas eu perca....jamais posso desistir da vitória, pois meu tempo é por demais breve;
Muito já se passou...como um sonho travestido de pesadelo, um caminhão desgovernado meus dias, atropelou;
Trinta anos, cansado de planos, cansado de mentiras, cansado de enganos...
Trinta anos....olho-me novamente no espelho, olho para as paredes e faço afirmações;
Entretanto, paredes não se parecem com realidade de um mundo selvagem...somente você mesmo, poderá ser aliado contra sua própria sabotagem.

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