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sábado

Meu caro corno...




Fume seu cigarro, beba da sua nojenta cerveja que a marca com orgulho ostenta...tome o seu trago;
Fale suas besteiras entre seus semelhantes, viva pelas influências alheias;
Sinta-se à vontade para como um verme hipócrita, carregar sob seu braço suado e nojento uma bíblia que não compreende...e acredita que sua alma irá salvar;
Não teve condições de gerar frutos, mas filhos, ao mundo insistiu em junto a uma infeliz como ti, gerar;
É um tremendo fracassado que argumentos não possui para sequer a si mesmo algo ensinar...é magro ou gordo nojento por sua maldade, sua diversão é a seus rebentos, arrebentar;
Seja um bastardo...um parasita que viverá somente cheio de razão, com o orgulho de um cargo idiota que dignidade pra si não irá comprar;
Mas, suplico-lhe, meu caro desafeto...quando estiver dentre pessoas que detestam a tipos como você, reserve-se o direito de se calar;
Seus brados guturais me irritam, sua microcefalia aparente me entristece...seu hálito me enoja enquanto seu corpo apodrece;
De política pouco entende ou acredita ser idiota aquele que procura entender, não se interessa pela ciência...vive para fumar, vive para beber;
Sua sexualidade é dubitável, pois até mesmo sua esposa há de procurar por alguém mais agradável...alguém que não viva somente para discutir ou brigar por questões futebolísticas, mas talvez se aventurar com um cavalheiro agradável;
Caro desafeto, pessoa comum...pessoa que vive no bar, chantagista e hipócrita e não se parece com nada, não ruma para lugar algum;
Silencie sua voz...pois, até mesmo, entre pessoas que buscam evolução como nós, despertar-se-há instintos primitivos, e nem sempre, nossa simples indiferença lhe servirá como punição ou castigo....






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