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segunda-feira

Cinza do céu...cinzas, da vida.

Adoro a chuva, alegra-me um céu que se precipita de cor escura e cinza;


Nas cinzas que incinerei meus pecados, lava e leva para longe os resquícios de horror de meu dia;
Cor cinza, que se parece o tom de meus próprios e incomuns olhos...oculte meu pranto com suas lágrimas divinas, esconda aquilo que é tão pequeno aqui embaixo com sua magnitude que vem aí de cima;
Minhas lágrimas se parecem com chuva, mas com estas jamais poderão se comparar;
As minhas hão de cair, ainda que as cinzas e o passado tenha sido levado, enquanto minha vida perdurar;
Perdure vida...perdure consciência para meus sonhos destruir e minha vida...atormentar;
Dizem que a vida renasce com o raiar do Sol de um novo dia, mas eu ainda prefiro o cinza;






Para que a luz deste dia...não venha minha eterna face fantasmagórica de tristeza a todos mostrar e a uma alma que sente-se confortável na escuridão, de forma incômoda iluminar!



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