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quinta-feira

A arte e o temor.

Palavras são palavras, usá-las é hábito.
Transformá-las em brinquedo é arte, silenciar a mente por instantes é sábio.
Calar para sempre sua voz é opção, silenciar e omitir-se para simplesmente poder existir ou em paz coexiste, também é vida, mas é um tipo que se parece com morte. Morre o ser pensante, morre o ser atuante. Nasce o ser condicionado...abre-se à lavagem cerebral, deixa que a vida o leve, não permite que questione suas inquestionáveis verdades...cria-se uma erva daninha, alguém que pode ser denominado um pensante ser fanático. Contraditório, mas um triste fato. Não temer a morte da carne é como não temer o desconhecido. É próprio dos incautos, é próprio daqueles que se dizem ousados, intrépidos. Aqueles que fazem com que a roda gire, com que o mundo funcione e avance. Aqueles, que alguns pedem para tomar algo que com graças às suas suas fortes personalidade nunca tomam...o JUÍZO!
Lançar-se de olhos vendados à própria sorte...sabendo que a única certeza, é o ponto final que sela o destino até mesmo do mais forte.


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